O prefeito, o hipopótamo e os caminhoneiros - Chatô

A Bigorna 22/04/2019 12:00:00 2934 visualizações
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Por Assis Chateaubriand – Nesta semana, em nossa alvissareira cidade um tema me chamou atenção. Li no Jornal A Bigorna sobre as reclamações dos profissionais motoristas de caminhões, os quais estão sendo prejudicados pela falta de capacidade técnica de um prefeito eleito através de um ‘caminhão de som’ que rodava o dia todo tocando música.

Também acompanhei os jornais impressos que deram destaque ao assunto – por demais assustador – já que um prefeito que não consegue ir a uma Audiência Pública para resolver o problema daqueles que ele próprio ‘governa’ – se é que governa’ – relega a um secretário de Agricultura que vá a Audiência levar as pedradas.

Minimamente covarde a atitude de tal prefeito. Mas prefiro-me autoenganar-me, e achar que ele deveria ter assuntos mais importantes do que dar ouvidos e saber argumentar com os cidadãos avareenses – desculpem, argumentar creio que esteja acima de sua esfera emocional-administrativa, no entanto quem manda outros quando ele, sim, deveria estar lá, caros avareenses, não estava.

Os vereadores, por sua vez, entenderam o papel importante destes profissionais que lá estavam, e saíram em defesa deles, revogando uma lei editada pelo prefeito, o qual pasmem prezados leitores, segundo informações ingressará na justiça para que a revogação seja revertida. Preocupado com os senhores caminhoneiros?

Claro que não. Caso contrário teria isso ao encontro deles, e não fugido ou mergulhado como um Hipopótamo num rio, somente com os olhos de fora.

Os caminhoneiros, caso a justiça, dê uma ‘fumaça da boa justiça’ se houver um processo que contrarie o interesse da categoria e volte a validar a lei que os proíbe de trabalhar, devem parar, e exigir do seu Silvestre sua presença.

O prefeito de Avaré – me parece tão perdido e sem condições de exercer um cargo tão importante – que o melhor seria ele designar um 1º Ministro em seu lugar e ir fazer shows de rodeio.

O senhor Silvestre a cada dia demonstra sua incapacidade de ser administrador público. Funcionários municipais sem reajuste de salários, inconstitucionalidades em celebração de convênios sem a anuência da Câmara, enfim, um turbilhão de anedotas administrativas que até mesmo Tiririca daria risada.

Antes de findar, a incompetência administrativa de Silvestre é tanta, que, no mínimo, deveria trabalhar no sentido de um engenheiro de tráfego para resolver tais problemas, e, antes de realizar um asfaltamento, ir pessoalmente ver se a obra está sendo feita como dever ser e como está no projeto, e não ficar com o olhar de hipopótamo, e ainda demonstrando que não tem noção daquilo que faz.

 

 

 

 

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