Palanque do Zé #26 - Uma das bases da Democracia são as armas de fogo

Zé Renato 21/12/2019 23:00:00 325 visualizações

Muito embora os pacifistas de esquerda digam que as armas são perigosas nas mãos de pessoas de bem como eu ou você, eles estão errados.

Tudo bem se você não quer ter uma arma dentro da sua casa ou do seu trabalho, afinal, vivemos em uma Democracia. Mas não está tudo bem quando tentam impedir o livre exercício do seu direito constitucional à legítima defesa.

Por muitos anos, notadamente na era do Partido dos Trabalhadores no Poder, onde o objetivo primordial sempre foi conduzir o Brasil para um regime autoritário de Governo, os pseudo-intelectuais diziam - a mando do Palácio do Planalto - que armas matam pessoas, o que constitui verdadeiro absurdo lógico, afinal, somente pessoas matam pessoas. E somente um cidadão de bem, treinado e armado é capaz de impedir os objetivos malignos de um marginal armado.

Vamos aos fatos. Citarei apenas dezenove Nações soberanas e democráticas (por ordem alfabética, por região), onde a população tem acesso às armas de fogo, mas as conclusões a que certamente chegaremos são válidas para todos eles: África do Sul, Argentina, Brasil, Canadá, Chile, México, Estados Unidos, Israel, Islândia, Finlândia, Noruega, Alemanha, Áustria, Espanha, França, Irlanda, Itália, Austrália e Nova Zelândia.

Ok. Se você ainda não se convenceu, vamos lá: Um estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, afirma que porte de arma reduz a criminalidade.

O estudo, que foi publicado no Volume 30, Número 2 do Harvard Journal of Law & Public Policy, e que é de autoria dos professores Don Kates e Gary Mauser, concluiu que “nações com rigorosas leis anti-armas geralmente têm taxas de homicídio substancialmente mais altas do que as que não têm”.

Vamos pontuar: A Noruega tem a maior taxa de posse de armas de fogo da Europa Ocidental, mas a menor taxa de homicídios. Já a taxa de homicídios da Holanda é uma das maiores, apesar de ter a menor taxa de posse de armas de fogo da Europa Ocidental.

 

  • Ah, mas nos Estados Unidos, os malucos invadem escolas e fazem massacres!

 

Vamos aos fatos: Os maiores massacres ocorridos na Terra do Tio Sam se deram em estados onde a legislação é mais rigorosa contra o porte de armas. Aliás, por lá, as armas se disseminaram nos últimos vinte anos, enquanto as taxas de homicídios caíram quase 40%.

Os americanos estão no topo de qualquer lista de países com mais armas, mas ocupam apenas o 28º lugar na estatística de mortes por tiros. Lembre-se que os Estados Unidos são o terceiro País mais populoso do mundo!

Aliás, você sabia que, anualmente, mais de 200 mil mulheres usam suas armas de fogo para se defender de um estupro? E que no Reino Unido, que restringe a compra de armas por civis, há 125% mais registros de crimes sexuais do que nos EUA?

A pesquisa de Harvard é realmente muito boa e traz muito mais informação sobre o assunto, mas não podemos nos alongar, então vamos diretamente ao nosso ponto: E no Brasil? O Estatuto do Desarmamento foi aprovado há quase duas décadas, mas só vimos a quantidade de assassinatos crescer desde então. São quase 60 mil pessoas mortas anualmente por meio de armas de fogo ilegais.

Diante de tudo isso, não há outra conclusão possível, senão a de que o desarmamento só interessa aos bandidos e propensos ditadores, pois somente o povo desarmado é que não vai insurgir-se contra as injustiças por esses praticadas.

O que vimos, desde que o Estatuto do Desarmamento entrou em vigor, é que os criminosos continuaram armados, pois tem conexões com grupos terroristas, guerrilheiros e mafiosos de toda parte, em especial do Paraguai. Esse tipo de gente consegue facilmente burlar a vigilância nas vastas fronteiras do Brasil e trazer armas para continuar atacando os cidadãos de bem.

Do meu ponto de vista, sou favorável ao finado ator e ativista pró-armas norte americano, Charlton Heston, vencedor do Oscar de melhor ator por Ben Hur em 1959 que, em um discurso enquanto presidiu a toda-poderosa Associação Nacional do Rifle (NRA, na sigla em inglês), disse: “Cada vez que o nosso País está no caminho do perigo, um instinto aparece convocando o primeiro daqueles que realmente entendem que quando os arrepios da liberdade estão na sombra fria do perigo, são sempre os patriotas que ouvem a chamada primeiro (...) Porque eles sabem que o objeto sagrado reside no estoque de madeira e aço azulado, algo que dá ao homem mais comum a mais rara das liberdades. Quando mãos comuns podem possuir tal instrumento extraordinário, que simboliza a medida plena da dignidade humana e a liberdade (podemos dizer: Essa arma só sairá) das minhas mãos frias e mortas!”

Você pode assistir ao curtíssimo discurso acima, por meio desse link: https://youtu.be/RcNgRLJH5JY

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