A anormalidade virou realidade - Chatô

A Bigorna 14/05/2019 11:00:00 1070 visualizações
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Por Assis Chateaubriand – A frase cunhada acima é de Euclides da Cunha, escritor brasileiro, que há muito tempo escreveu o livro Canudos, do livro “OS Sertões” escrito em 1902, em que o escritor ressalta o determinismo que julgava que o homem é produto do seu meio social, da raça e do momento histórico em que se encontra.

Nisto entro no momento atual. Estranho o ambiente atual da política de Avaré, onde uma administração canhestra, fraca e perfídia não gera revolta em sua população.

O sistema de coleta de lixo continua falho, os antigos coletores foram relegados a outros espaços e perderam em questão salarial uma vida mais digna.

Os funcionários públicos estão insatisfeitos. O prefeito deve estar rindo de todos, e anuncia um “aumento” – não riam, por favor – de 3%, ou seja, 1+1+1= 3. Em três anos de governo ele vai ‘dar uma migalha’ para os funcionários municipais. Entretanto numa manobra ‘pornopolítica’, depois de notar a insatisfação, o governo aumento mais 2%, aumenta um “tico”, mas não tira de quem recebe boas gratificações.

Uma vergonha que este jovem senhor está fazendo com os funcionários, que ele mesmo em campanha, bradava que tinham que ser valorizados, mas que atualmente estão jogados de lado pela atual administração, que tem outras prioridades, as quais não são do interesse coletivo e nem da melhoria de qualidade para os moradores.

O prefeito eleito na distopia é um político inerte, que chega à façanha de deixar de empenhar 5 milhões na área da Educação avareense, que não é das piores graças ao trabalho dos fervorosos professores e diretores, que sustentam uma situação de um governo anêmico e perdido administrativamente.

Quando vê que seu administração é ruim demais, corre para tentar ‘gastar’ verba oriunda de 2018, numa clara afronta a lei de responsabilidade fiscal e ainda alguns de seus vereadores acham ruim, que seja realizado um “pedido de vistas” para apurar o “por que a verba não foi empenha no ano passado”, numa letargia de quem não governa nada.

Entretanto para realizar uma festa age com rapidez tão voraz que chega a assustar. Paga a festa com o dinheiro do povo e faz campanha política no evento ainda! É no mínimo um esculacho que o avareense tenha que ver uma atrocidade desta. Volto a dizer, que gastou milhões em festas, mas não consegue gerir a cidade de maneira competente.

Enfim, não quero acreditar, mas em nossa humilde cidade a anormalidade virou realidade.

 

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