• 741 Jornal A Bigorna 11/07/2021 19:50:00

    Palanque do Zé

    Considerando as regras do Programa de Vacinação contra a COVID-19 impostos pelo Governo de São Paulo, eu teria o direito de ter me vacinado mês passado. Mas, como já contei aqui nessas páginas, acabei contraindo a doença, motivo pelo qual só pude tomar a primeira dose nessa sexta-feira, 9, oportunidade em que realizaram a repescagem para o pessoal da minha idade.

    Apesar de ser um momento de alegria, também o foi de tensão, pois não gosto de agulhas. Talvez isso tenha a ver com as 10 cirurgias que fiz ao longo da minha vida.

    Mas o fato é que cheguei no Parque de Exposições Dr. Fernando Cruz Pimentel torcendo por uma bela fila de carros. Só para que houvesse tempo para me acostumar com a ideia. Mas não havia. Fui atendido imediatamente e o preenchimento da papelada necessária para a aplicação da vacina foi rápido, porque eu já havia feito o cadastro no site.

    Pelo menos não doeu. Geralmente não dói, na verdade. O problema é o sofrimento antecipado. Aliás, sempre que percebo que estou sofrendo por antecipação, procuro pensar na frase do Ex-Primeiro-Ministro inglês, Sir Winston Leonard Spencer Churchill: “Os piores momentos da minha vida jamais aconteceram”.

    Tive uma pequena reação, o que é excelente notícia. Cerca de 24 horas após a aplicação, senti dores pelo corpo e cabeça, além daquela “nhaca” de início de gripe. Tomei apenas um comprimido de Dipirona e passou.

    Mas vários amigos e parentes me relataram ter sentido febre, dor de cabeça e no corpo, além de tontura. Segundo eles, tudo passou em cerca de um a dois dias, o que está de acordo com as pesquisas feitas nesse sentido.

    De acordo com o que li na Internet sobre o assunto, as reações são absolutamente normais e podem surgir em até dois dias após a aplicação e durar outros dois dias. Somente depois disso ou se os sintomas forem muito fortes é que se deve procurar um médico.

    Como sei que vão me perguntar, já vou logo dizendo que tomei a vacina que o laboratório anglo-sueco AstraZeneca fez em parceria com a Universidade de Oxford.

    Aliás, convém encerrar essa coluna com alguns dados curiosos sobre a Universidade de Oxford: É a mais antiga universidade do mundo anglófono e a segunda mais antiga da Europa.

    Sua data de fundação é incerta, mas existem evidências de que funciona, ao menos, desde 1096. Em sendo assim, teria 925 anos!

    Oxford ainda tem a maior editora universitária do mundo e conta com o maior conjunto de bibliotecas do Reino Unido.

    Entre os seus ex-alunos, estão 30 vencedores do prêmio Nobel, 28 Primeiros-Ministros britânicos e vários chefes de Estado estrangeiros. Considerado também os professores, estamos falando de gente do calibre de Albert Einstein, Linus Pauling, T. S. Eliot, Margaret Thatcher, Tony Blair e Boris Johnson, dentre muitos outros.

     

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