• 710 Jornal A Bigorna 22/08/2021 17:30:00

    Palanque do Zé

    A vida não é sobre dinheiro, mas sim sobre experiências. Afinal, você não se lembra quanto tinha no banco em 1995, mas sim sobre aquela vez que foi com o seu Pai ver Fórmula 1 em Interlagos.

    Você não se lembra de quanto pagou pelo jantar do primeiro encontro com o seu par, mas se lembra exatamente de como foi o momento do “você aceita namorar comigo?”

    Te ensinaram que “dinheiro não traz felicidade”. Mais ou menos, né? Se ele for considerado como algo em si mesmo, certamente não traz felicidade, tristeza e nem

    Mas se for visto como um passaporte para proporcionar uma vida digna, confortável e, por que não, com algumas extravagâncias, a coisa muda de figura.

    É o dinheiro – sempre ele – que está por trás do carro dos seus sonhos, do show do Sir Elton John que você viu com a sua Mãe e da casa que te aguarda todas as noites depois de um longo dia de trabalho.

    Para tudo precisamos dele. Mas se deixamos claro “quem é o dono de quem”, como diz Roberto Frejat, tudo fica mais fácil.

    Desde criança meus pais me ensinaram o valor das coisas, e não o seu custo. E desde então eu prezo tudo o que tenho.

    Não desejo nada que não seja meu, mas não abro mão de nada que me pertence. Afinal, o dinheiro compra muita coisa, mas a consciência limpa não é uma delas.

    Para que a minha relação com o dinheiro seja sempre a melhor possível, estabeleci três regras de ouro: Nunca gasto mais do que ganho, sempre guardo pelo menos 10% do lucro para emergências e faço doações regulares, afinal ajudar o próximo também é importante.

    E não pense que eu sou rico, pois nada seria mais longe da verdade. Pelo contrário, eu pertenço ao grupo que se não trabalhar, não come.

    A questão é que eu logo aprendi que o dinheiro é mais uma das ferramentas de que dispomos para facilitar a vida, assim como uma caneta, machado ou arma de fogo. Se forem bem empregados, te ajudam. Se forem mal utilizados, te machucam.

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