Não se ouve falar na Câmara depois de a saída de Bruna Silvestre da cadeira de presidente, pelo contrário, por lá pouco é vista. Receosa, pouco ou nada tem aparecido nos ‘rincones’ legislativos.
Presidente numa gestão temorosa, onde nunca se sabia se a Sessão acabava. Bruna foi a decepção da aposta que deu errado. O grilhão da turma do Novaes que errou o tiro e matou um pobre animal do outro lado, que, de eleição nada, tinha a temer. Um tiro errado que deu errado.
Bruna foi um tiro no dedo de um pé joanetico da trupa de Poio, que engoliu, depois por.... ufa, 2 anos, asnos e marasmos um monte de impropérios que deveria ouvir sim, pois afinal foram eles mesmo que a elegeram na época.
Mas tirando o dente do siso, que dói muito, os próximos dois anos prometem, afinal com Zeloso à frente do legislativo, que, as coisas não devem piorar, mas nem tanto piorar melhorar, - querer muito será esperar um pouco demais. Espera-se prudência e de Ziroldo.
Na teimosia de quem quer ser presidente da Câmara, sempre o mais os menos cotados perdem. Ganha sempre o ‘cavalo paraguaio’ - aquele que aparece do nado dá um bico na lata com uma relinchada gostosa e senta na cadeira que todos almejavam, bate o casco na mesa e diz Clarivaldo: “É nós Queirós.”
Châto –Escritor.













