Após deliberação em reunião com o jurídico da Câmara, foi decidido que a Comissão Parlamentar de Inquérito tivesse proporção partidária na formação dos vereadores que investigarão a Fampop, ocorrida semanas atrás.
Com 6 votos contra a instauração (Rios, Ivan (PTB), Roberto Araujo e Estati (DEM), Jairinho (PRTB) e Morelli (PP), e 6 votos a favor, sendo (Ernesto, Barreto (PT), Marialva (PSDB), (Adalgisa Ward PV), (Fávio Zandoná e Sérgio Fernandes (PSC), a instauração da CPI contra Joselyr Benedito C. Silvestre foi decidida com o voto de desempate pelo presidente da Câmara (Toninho da Lorsa (PSDB) – o qual votou a favor da instauração.
Com ânimos acirrados, os vereadores debateram o assunto em pauta – a CPI da Fampop.
Roberto Araujo declarou que não seria membro, pois não trabalharia no que chamou a CPI de perseguição ao governo. Morelli, por sua vez, declarou que a Regimento Interno rege que a constituição da Mesa de investigação seja formada por ordem partidária, e não com sorteio, e declarou em não havia motivos para se instaurar uma investigação. O mesmo falou Ernesto que pediu obediência às leis.
Morelli foi duramente criticado pelo vereador Sérgio Fernandes, o qual falou que estranha à posição de Morelli, já que quando era PM, Morelli mandava apurar tudo que vinha em suas mãos, e que, agora, na Câmara não quer apurar a Fampop. Já Marialva quanto Zandoná, declararam que isto é parte do trabalho de um vereador, e que não querem cassar o prefeito, mas sim, investigar se existem ilegalidades na Fampop deste ano.
Com o voto de ‘minerva’ (desempate), Toninho da Lorsa justificou que estava seguindo a lei, e que com as assinaturas era inevitável a não instauração da CPI, lembrando que, até mesmo rejeitou um pedido de CPI, que o Jurídico deu parecer contrario. Ele ainda disse que não tem nada contra o prefeito, mas é trabalho da Câmara fazer a apuração de uma denúncia.













