O limite de gastos, mais conhecido como ‘teto da Lei Camata’, a qual define o orçamento e gastos com servidores públicos, vem dando muita dor de cabeça ao atual prefeito de Avaré, Silvestre filho.
Com mais de 53% do orçamento comprometido com a folha de pagamento dos funcionários municipais, cogita-se até mesmo o corte de horas-extras pagas aos servidores.
Ao atingir 54% do orçamento, o prefeito de Avaré corre o risco de cometer o crime de improbidade administrativa, e, até mesmo, perder o cargo, caso a Câmara de vereadores adote uma postura mais dura.
Além do salário, o prefeito tem pagado horas-extras, bem como gratificações nos salários de alguns funcionários.
Sem dinheiro e com a arrecadação baixa, o atual governo de Avaré poderá ter que cortar benefícios temporários dos servidores.
O prefeito eleito, em pouco mais de 5 meses, vem procrastinando o reajuste do servidor público de Avaré, o qual deveria ter sido enviado à Câmara no mês de maio, mas até agora, nada foi feito.













