Por que o senhor quer ser presidente da Câmara?
R: À princípio não me imaginava presidente, pois fui eleito para ser vereador, porém o grupo avaliou e me convenceu que eu reunia as condições necessárias para o cargo.
Sua candidatura estaria voltada mais para o governo atual ou pretende fazer oposição ou uma semioposição?
R: Para mim só existe uma forma de legislar, sendo legalista, independente do governo que esteja atuando.
O senhor teria coragem de reinaugurar o prédio da Câmara, que foi pifiamente inaugurado?
R: Independente da forma que foi inaugurado, até mesmo a mudança para o novo prédio, é um assunto a ser debatido com a mesa e demais vereadores.
Qual sua meta para a mudança dos prédios?
R: Primeiramente, temos uma eleição pela frente, e se eleito for, não decidirei isoladamente, mas a mesa, que é um colegiado.
Quais seus projetos como presidente?
R: Coordenar os trabalhos da Câmara com seriedade, promovendo o diálogo entre os vereadores, funcionários e principalmente democratizar o mandato com a aproximação do legislativo e a população.
Já existe votos fechados para sua candidatura?
-Até o momento PT e PMDB são votos que considero certos, mas estamos abertos ao diálogo.
Por que PT e PV não se uniram numa única candidatura?
R: É uma pergunta que também me faço, talvez tenha faltado conversa.
Existem um velho adágio que diz que pode aparecer um ‘cavalo paraguaio’ no meio, como ocorreu no caso Marialva. Vocês acreditam que um 3º nome possa aparecer?
R: Em uma eleição, tudo pode acontecer...













