O vereador-presidente da Câmara, Dr. Denílson Ziroldo (PSC) solicitou do prefeito Dr. Poio Novaes (PMDB) que envie à Câmara, um Projeto de Lei (PL) que conceda um aumento salarial digno para os Servidores Públicos Municipais, já que de acordo com o texto enviado ao Legislativo, a Prefeitura concederá apenas 4% aumento ao funcionalismo, o que sequer cobre a metade da Inflação anual.
O edil mostrou ainda, diversas fotos onde se comprova que o Clube América – que se localiza na periferia da cidade – está completamente destruído por falta de zelo do Poder Executivo, que sequer mantém um guarda no local, permitindo assim, a ação de vândalos nas dependências daquela que era para ser uma área de lazer para a comunidade.
Quando foi construído ainda na Gestão Rogélio Barchetti, a obra consumiu algo próximo dos R$ 300 mil dos cofres públicos.
Bailão
Já o vereador Carlos Alberto Estati (DEM) optou por utilizar o seu tempo de Tribuna para solicitar do prefeito Dr. Poio Novaes (PMDB), que não permita que o tradicional Bailão do Largo São João se acabe.
De acordo com o parlamentar, o evento não tem sido realizado por problemas de ordem licitatória, já que supostamente ninguém se interessou por se candidatar para realizar a festa.
Precatórios
Finalmente, de acordo com informações prestadas pelo vereador Dr. Ernesto Albuquerque (PT), a cidade de Avaré deve R$ 23 milhões em precatórios. Conforme explanou ainda o parlamentar durante sua Palavra Livre, 70% dessa dívida é oriunda dos Governos do prefeito cassado Joselyr Benedito Silvestre.
O tema veio a tona quando o edil governista lembrou que após decisão recente do Supremo Tribunal Federal, os Estados e Municípios dispõem até o ano de 2020 para estarem em dia com os precatórios, que são nada mais do que requisições de pagamento de quantias superiores a 60 salários mínimos por pessoa, devida pela Fazenda Pública, em razão de condenação judicial.
Vale destacar que essas execuções para a cobrança de dívidas da Fazenda Pública, antes da decisão do STF, levavam a vida toda para serem pagas, simplesmente porque os governantes se recusavam a coloca-las no Orçamento Público, ou destinavam verbas insuficientes para tal.(POR JOSÉ RENATO FUSCO)













