Os nomeados para cargos em comissão, Valdinei Muniz (o qual tinha um jornal em Itaí) e veio para Avaré, para interagir com o prefeito avareense, retirou adiantamentos para viagem, contrariando, em tese, o comunicado do TCE e lei nº 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964, a qual dispõe sobre: Estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal.
Muniz, no qual foi apurado (veja fotos abaixo) - retirou no empenho 8247 1,5 mil reais, e coincidentemente, no empenho 8248 3,5 mil reais, ou seja, os dois empenhos – foram retirados um após o outro – para despesas com viagens.


Outro comissionado - Já Reinaldo Severino Souto (mais conhecido como Caçapa) (Veja fotos abaixo) - também “coincidentemente” retirou adiantamentos para viagens com números subsequentes.


No primeiro (8070) ele retirou cerca de 500 reais; ao passo que no empenho (8071), o comissionado, retirou cerca de 1,5 mil reais. Tudo também para ‘bancar’ viagens. Todos com a mesma data: 08/06/2017.
Muniz não fugiu a regra e também retirou empenhos com a mesma data (14/06/2017). O que chama ainda mais a atenção é o contido no “elemento despesa” (materiais de consumo).
As ordens de retirada de dinheiro podem se tornar mais um processo contra o prefeito de Avaré, em menos de 6 meses de governo.
Um Governo de reconstrução, tem que se pautar pela idoneidade e transparência, bem como, cumprir à risca, as normas e as leis. Se não for assim, será mais um entre outros que passaram como gestores de Avaré, e correm o risco de serem lembrados com assombro.













