O jornal A Comarca edição nº 1.075 trouxe a discussão um grave erro de construção e, segundo parte da opinião pública, supostamente uma fraude eleitoral na inauguração da nova Sede do Legislativo avareense. Ao ser inaugurado, a vereadora do PSB Bruna Silvestre, se autointitulou ‘eu consegui’ ao realizar o evento, dando a entender à população que ela seria uma eficiente agente política.
Porém, pouco tempo depois, o atual presidente Denílson Ziroldo (PSC) não mediu palavras ao se referir ao prédio recém-fundado, “o prédio não poderia ser inaugurado”, o que denota que houve precipitação e falta de preparo no término da obra, o que pode até mesmo gerar uma ação de improbidade administrativa contra a vereadora Bruna Silvestre.
Outro ponto que deixou a população estarrecida foi que a declaração de que serão necessários reparos num prédio recém-terminado, com um gasto, segundo Ziroldo, em torno de 1 milhão de reais, ou seja, mais dinheiro do povo sendo despejado num prédio que há anos é alvo de críticas.
A matéria mostrou rachaduras, totem (fachada principal) com preço de 25 mil reais, cadeiras com valor de 300 mil reais, bem como o presidente apontou que existem até mesmo vazamentos no prédio, o que despertou a consciência do eleitorado para uma suposta fraude eleitoral, já que Bruna Silvestre como presidente teria a obrigação de fiscalização da obra, e impedir que serviços mal executados fossem realizados.
Contudo, Bruna Silvestre, como mostra a reportagem do jornal A Comarca, se mostrou e agiu precipitadamente, colocando em risco mais dinheiro público num prédio que, em vez de honrar a cidade, com o tempo, vem se tornando uma vergonha, um “elefante branco” para Avaré.













