O prefeito Jô Silvestre e sua administração ingressaram com uma Ação de Inconstitucionalidade (ADIM) contra o Orçamento Impositivo realizado pelos vereadores.
O Orçamento Impositivo é uma forma de o vereador atender as demandas que recebe de entidades para melhoria e democracia na participação do Orçamento, não deixando assim, que, somente, o gestor tenha plenos poderes de delegar onde investir na cidade.
No entanto, com a ação, Silvestre tenta tirar os direcionamentos que os 13 vereadores fizeram, prejudicando até mesmo os próprios vereadores que estão na ‘base de apoio’ de seu governo.
A Santa Casa que receberia cerca de 1.255 milhões, Saúde 375 mil, Lar São Vicente de Paulo 250 mil, Asilo RAFA 185.500,00 mil, Colônia Espírita Fraternidade 180 mil, Creches de Idosos Nossa Senhora de Santana 96 mil, Sociedade evangélica de Assistência Recuperadora 62,500 mil e Associação Amigo Solidário 30 mil, à princípio não terão as verbas destinadas, como os vereadores apontaram.
Operação Delegada -Um ponto que chamou a atenção, se dá a Operação Delegada, na qual até mesmo Jô Silvestre que é o autor do projeto aprovado será prejudicada. Os policiais civis e militares que teriam 600 mil para trabalharem na cidade, não terão a verba destinada, orçamento este direcionnado que foi defendido pelos vereadores da própria base do prefeito.
Enquanto tenta manter -se com o poder centralizador, através de liminar pedindo a extinção do Orçamento Impositivo, Jô Silvestre não mede esforços em realizar festas, e até mesmo divulgando a futura festa do peão no final de ano.
As Instituições que atendem grande demanda da população de forma gratuita e filantrópica podem ficar sem as verbas, caso a Justiça mantenha a liminar que impede que o Orçamento Impositivo seja obedecido pelo prefeito.













