Por André Luis - Jorge Mario Bergoglio, o famoso Papa Francisco é o 266.º Papa da história, e sem dúvidas, um dos que mais vai marcar época na história da Igreja católica. Vai deixar um legado indescritível, e uma lição de vida e moral fora dos parâmetros católicos, que, Joseph Aloisius Ratzinger (Bento XVI) atrasou a Igreja em, pelo menos 20 anos.
Ele é o homem certo no lugar certo. Se tivessse sido escolhido no escrutínio anterior, com certeza, a Igreja, hoje, teria maior vigor. Foi criado cardeal no Consistório Ordinário Público de 2001, ocorrido em 21 de fevereiro de 2001, presidido pelo Papa João Paulo II, recebendo o título de cardeal-presbítero de São Roberto Belarmino18 . Quando foi nomeado, convenceu centenas de argentinos a não viajarem para Roma. Em vez de irem ao Vaticano celebrar a nomeação, pediu que dessem o dinheiro da viagem aos pobres
E o Papa Francisco tem muito trabalho pela frente, e pouco tempo para isso. Precisa com urgência ter a coragem de João XXIII, e convocar um Concílio. A Igreja precisa mudar, ou só o tempo dirá o que acontecerá com tal Instituição milenar, que, apenar dos enormes erros da história, também fez e faz o bem a humanidade.
Entretanto, neste texto, comento que, na verdade, o que me chamou a atenção foi o encontro internacional no Vaticano, em que o Papa respondia perguntas aos jovens. Foi emocionante. Confesso que fiquei mais fã deste bom-samaritano.
Ao encontrar a brasileira Ana Carolina Santos Cruz, de 19 anos, ele conseguiu se sobressair de maneira fantástica, ao brincar com a menina perguntando quem fora melhor, Pelé ou Maradona, arrancando risos da plateia e mostrando que o líder da Igreja, é um homem humilde, de fé inabalável, e que consegue agregar jovens, o que não vinha ocorrendo há anos no catolicismo.
A Igreja tem uma chance de melhorar e expandir. Seu nome chama-se Jorge. Um Jorge como qualquer outro, mas com uma alma diferenciada.













