Uma pesquisa desenvolvida pela USP / UNESCO apontou que as escolas brasileiras são os principais pontos de difusão e comercialização de drogas, sendo que os estudantes de escolas privadas consomem drogas ilegais, em média, 30% mais que o estudante de escolas públicas, gerando, também, uma das maiores demandas do coletivo escolar brasileiro: um programa de capacitação continuado que os habilite a atuar com essa questão.
Afora os prejuízos na família, saúde e educação, os jovens estão cada vez mais consumindo drogas, apontam pesquisas realizadas recentemente. O comércio de drogas só se expande porque existem compradores em um número potencialmente expressivo.
O tráfico com isso, ganha forças e se entranha na sociedade. Nacionalmente, o negócio (tráfico) gira aproximadamente R$ 15,5 bilhões ao ano, de acordo com levantamento da Consultoria Legislativa da Câmara de Deputados, realizado em agosto de 2016.
Em Avaré, como em qualquer outra cidade, alunos também estão realizando tráfico dentro das escolas.
No dia 29, um policial militar flagrou numa escola estadual um menor (JWRL), o qual estava praticando tráfico de entorpecentes em uma escola de Avaré.
Nesta data, o PM estava fazendo uma visita na referida escola e notou que o menor JWRL ficou assustado quando o viu.
Foi realizada uma abordagem no aluno, onde foi localizado na boca do menor 1 porção de maconha e 5 porções de crack. O menor confessou que era para venda. Ele foi conduzido à delegacia, sendo apreendido.













