Por Assis Chateaubriand: Nesta semana, um dos principais assuntos discutidos e tornados públicos pela imprensa esteve relacionado ao funcionário comissionado Célio Pereira Dias, atual presidente da Emapa de Poio Novaes.
Segundo matérias e o próprio B.O, Célio abriu um boletim de ocorrência contra um determinado funcionário público, depois de ter ‘desconfiado’ de que havia ou estava havendo caixa 2 no Recinto Fernando Cruz Pimentel (Emapa)
Como presidente, Célio tem a obrigação de fiscalizar todos os dias o que entra, o que sai, o que é ou não alugado naquele local.
Entretanto, ligando os pontos, somente depois de supostamente o funcionário ter se apossado de mais de 4 mil reais foi que Célio desconfiou de algo.
Ou seja, questiono, será que Célio não fiscalizava como dever de ofício o local em que é presidente, ou delegava o serviço ao funcionário?
Para o funcionário ter arrecadado tanto dinheiro, quantos aluguéis ilegais ele perpetrou e embolsou? Isso Célio não diz no boletim de ocorrência, que possui falhas na declaração do presidente da Emapa.
Na sombra da incompetência, ele se junta ao grupelho de Poio Novaes, onde somente alguns são capacitados para ocupar cargos públicos de responsabilidade.
Enquanto Poio quiser ser cercado de gente ruim, seu governo só perderá com isso, e Poio não terá ‘marca’ alguma de governo. Um ex-prefeito disse que todo político que tem capacidade, no mínimo, tem que deixar sua marca no período em que atuou.
Poio, no entanto, prefere se cercar de gente pouco ou quase nada comprometida com nossa cidade, e fica sempre 'correndo atrás do prejuízo'.
Deste modo, ou o prefeito muda, ou os eleitores mudarão com ele na próxima eleição
Chatô é escritor.













