Hoje o dia amanheceu mais triste. Assim que acordei, vi nas redes sociais que Silvio Santos havia morrido.
De início, não acreditei, mas a Nota à Imprensa divulgada pelo SBT era inconteste: Silvio Santos morreu neste 17 de agosto de 2024, no Hospital Albert Einstein, em decorrência de complicações advindas de H1N1.
A maior lenda da TV brasileira de todos os tempos estava com 93 anos de idade, e com certeza entrará para a eternidade nas mentes e corações dos brasileiros.
Silvio, que além de ser apresentador era empresário, certa feita foi declarado pela Forbes, como sendo o bilionário mais famoso do mundo, era um cara simples e bastante conservador, defendendo em cada aparição que fazia, os valores da família, da liberdade e da livre iniciativa.
Nesses anos todos vendo Silvio Santos, apesar de nunca termos nos encontrado pessoalmente, ele pode me ensinar duas coisas:
- A importância do legado: Silvio se afastou da televisão em seus dois últimos anos de vida, não por causa da COVID-19 como foi dito, já que ele poderia trabalhar isolado por ser o dono do SBT. Em verdade, seu distanciamento se deu para possibilitar que o SBT – uma empresa muito maior do que ele próprio – precisava deixar de ser “a TV do Silvio Santos”. Se ele não tivesse feito isso, talvez o canal não resistisse à sua morte e suas filhas não tivessem florescido.
- Nunca desistir: É plenamente possível subir na vida, se você estiver disposto a trabalhar duro, fazendo o que os outros não fazem. Sem pisar em ninguém.
Ao longo de sua trajetória, Silvio Santos sempre procurou tratar bem os seus funcionários e se preocupava com as pessoas. Prova disso é o Teleton, campanha destinada a angariar fundos para a AACD.
Tenho um cliente que trabalha para o SBT como free-lancer, e ele me garantiu que todos os funcionários, da faxineira ao apresentador, idolatram Silvio.
Hoje, o Brasil ficou menor.
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