Por Assis Chateaubriand –Desculpe-me o prefeito, por quem tenho grande respeito pelo sua pessoa e trajetória de vida, mas como prefeito vem deixando algumas coisas a desejar.
Ao ler nesta Bigorna que um policial militar aposentado será o novo secretário de Ambiente, questionei-me: quais são seus conhecimentos técnicos na área? Existem pessoas extremamente qualificadas e com experiência nesta área, que, não sei por que foram preteridas.
O que sei, é que o novo secretário, é um dos apaniguados do vice-quase nada Aparecido Fernandes. Digo quase nada senhor Aparecido, porque como político o senhor é muito ruim – até demais.
Não sei se Poio foi pressionado por algo ou alguém para nomear este senhor, que já ocupava o cargo de uma pessoa que precisa trabalhar, e que recebe, agora, dois salários, enquanto, muitos interessados e experientes na área, não tem emprego.
Poio tem uma equipe fraca. Seus secretários, alguns são treinados para serem ruins, e para piorar, a Câmara chama um dos poucos que trabalham para ser sabatinado – pobre Gilson Câmara.
Deveriam chamar Rico Barreto, Paulo Ciconne, Aparecido Fernandes, que é notório, são muito ruins para ocuparem secretarias.
Ai sim, estes poderiam ser sabatinados. Caros vereadores, vocês apontam um cisco nos olhos dos outros e não conseguem enxergar a trava no olho de vocês, por isso legislam tal mal.
Poio, como administrador tem nota alta, pois vem colocando as contas da cidade nos eixos, mas como político deixa muito a desejar, parece não ter tato político para lidar com determinadas situações, o que afeta diretamente sua administração.
Poio precisa de uma injeção de ânimo, além de parar de fazer nomeações apressadas e sem justificativa. Embora esteja apostando que o novo secretário vai surpreender, não podemos mais ficar sendo movidos por expectativas, muito menos um governo que tem apenas pouco mais de um ano à frente da administração.
As ações de Poio não podem ser apostas, elas tem de serem concretas e com resultado certo. Produzir esperanças é o mesmo que desistir de lutar para melhorar sua administração. É apoiar-se em pau podre, na esperança de que ele não quebre.
Apostar é um risco desnecessário que o prefeito corre por conta própria.
Azar ou sorte dele.
Chatô – é escritor.













