Para o vereador Roberto Araujo, o trabalho de uma equipe médica em uma Unidade de Saúde considerada como um Pronto-Socorro, ou seja, voltado para um atendimento de emergência deve ter uma equipe minimamente especializada para prestar esse serviço essencial à população.
“Em todas as cidades onde existem serviços denominados de emergência ou de urgência ou como é comumente falado "prontos-socorros" deve apresentar as condições mínimas para a prestação dos serviços.”- destacou.
Segundo o vereador, ele pesquisou sobre urgência e disse: “A emergência médica é diferente da medicina de uma unidade básica de saúde ou um posto de saúde ou até mesmo em um hospital, pois na emergência o médico tem uma situação em que a sua atuação e decisão tem que ser imediata. E esse imediatismo tem de estar pronto, portanto as pessoas que trabalham nesses locais têm de estar preparadas para dar um atendimento competente, respeitando os direitos do paciente, pois por ser um serviço de urgência, mais facilmente corre o risco de vida.”- declarou.
Para o vereador, o médico que trabalha em uma unidade de P.S deve estar capacitado através de cursos que permitam uma rápida capacidade de raciocínio e competência para tomar decisões que protejam a saúde do paciente. O profissional tem que estar capacitado para agir em casos críticos, avaliar a situação e executar os procedimentos necessários em uma emergência. É de suma importância que um profissional que atue na emergência possua o curso de ATLS – Advanced Trauma Life Support, que o capacita para aprimorar se no atendimento ao trauma.
“Fui ver o que era o ATLS fornece métodos seguros e confiáveis para o tratamento do paciente traumatizado e conhecimento básico necessário para:
· Avaliar a condições do paciente rapidamente e com acurácia.
· Ressuscitar e estabilizar pacientes de acordo com prioridades estabelecidas.
· Determinar se as necessidades do paciente excedem os recursos do hospital ou a capacidade dos médicos.
· Preparar adequadamente para transferência inter ou intra-hospitalar do paciente.
· Assegurar que ótimo cuidado é oferecido e o nível de cuidado não se deteriora em nenhum momento durante a avaliação, ressuscitação ou transferência.
“Pode até não ser obrigatório, mas seria ético que o profissional da saúde que presta serviço em unidades de urgência e emergência tivesse a capacitação.” - declarou.
Outro curso determinante, segundo enviado pelo vereador, para a preservação da vida é o ACLS - ADVANCED CARDIAC LIFE SUPPORT, que possibilita um treinamento em emergências cardíacas, ressuscitação cardiopulmonar e abordagem ao paciente com acidente vascular encefálico. Esse treinamento é voltado para as principais causas de morte.
“A porta de entrada a um sistema de saúde se faz ou por meio da atenção primária através dos postos de saúde, ambulatórios ou por meio da emergência, quando o paciente necessita de uma atenção imediata para minimiza o risco a sua vida. Por essa razão, o serviço de emergência existe como uma obrigação do Estado de prestar e garantir esse tipo de atendimento porque o paciente traumatizado ou inconsciente não tem a capacidade e ou o discernimento de determinar o seu destino e por isso o Estado tem que assegurar um atendimento adequado ao cidadão.
O atendimento, segundo Roberto Araujo, de urgência é um direito individual do cidadão e o acesso deve ser a todos, pois o direito a um atendimento de urgência é igual ao direito a vida. E cabe ao Estado assegurar esse direito, não apenas prestando um atendimento médico, mas um atendimento médico qualificado, com profissionais capacitados para o desempenho da função de prestar socorro
“Por isso peço ao prefeito Poio e a Secretária Wanda que estudem com a empresa uma melhor qualidade médica de atendimento em Avaré.”- frisou o democrata.













