Quase nove meses após uma greve nacional, os caminhoneiros voltam a protestar contra o governo pelas estradas do país nesta segunda-feira. Os atos já acontecem em BA, ES, MG, PR, RN, RS, SC, TOe SP.
A categoria diz que os acordos que colocaram fim à paralisação em fevereiro não foram cumpridos pelo governo, como a criação efetiva do Fórum Permanente para o Transporte Rodoviário de Cargas, que não tem a participação dos motoristas.
Na época da primeira paralisação, eles também pediram por mais pontos de descanso nas estradas, o refinanciamento de dívidas com o BNDES com juros menores e a retirada do PIS/Cofins do diesel. Reivindicações que também não foram atendidas.
Mais uma vez, a promessa é bloquear rodovias federais e estaduais pelo país.
Nas redes sociais, os motoristas ganham o apoio de outros grupos como o Movimento Brasil Livre, que pede a saída da presidente Dilma Rousseff.
O CNT (Comando Nacional do Transporte) ainda não tem uma estimativa de quantos caminhoneiros vão aderir à nova paralisação.
Segundo o movimento, a base da categoria é formada por cerca de 850 mil pequenos transportadores e mais de 2 milhões de motoristas autônomos.













