Em sua cruzada como Secretário de comunicação, Josená Bijolada Araujo, tem tido reveses. Ao invés de aproximar o governo e a imprensa, através de uma relação institucional, o também radialista vem fazendo tudo ao contrário.
Bijolada que prega na Rádio da ex-candidata ao Senado, Marlene Machado, defende a Ética no jornalismo, criticando quem não coaduna com práticas que ele próprio infringe, e, assim, vem destilando ódio e difamando muitos jornalistas.
Na semana passada, em seu programa, que mantêm em conjunto com o cargo de agente político, o radialista chegou ao despautério de difamar uma das mais antigas Rádios AM do interior Paulista, a se referir que a Rádio, ‘não tem potência e não chega nem na Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores’.
O secretário do prefeito avareense, sem, ao menos, ter conhecimento da história de Avaré, difama desagradavelmente uma das Rádios que teve ícones que marcaram a História do radialismo e jornalismo avareense, que teve suas atividades iniciadas em 26 de outubro de 1948.
(Foto onde começou a emissora abaixo):

Bijolada tece críticas que destroem reputações de radialistas que são ícones avareenses, com Clóvis Guerra e Elias de Almeida Ward, através de um modo, inevitavelmente cruel e acintosamente destrutivo.
Se o secretário do prefeito de Avaré tivesse ao menos uma pequena noção do que significa caráter impoluto, poderia se espelhar em Elias Ward, que tinha o apelido carinhoso de “Cidadão Imprensa”, por seus serviços beneméritos reconhecidos por toda a população de Avaré.
(Elias em começo de carreira no radialismo)

Elias Ward, o eterno radialista avareense foi o incentivador da Exposição Municipal Agropecuária de Avaré – EMAPA, fundador do Clube Avareense de Cinema – CAC, um dos fundadores da APAE de Avaré e em setembro de 2009 recebeu a "Medalha Maneco Dionísio". Ele também foi secretário de comunicação, e atuou de maneira digna como jornalista por anos na Rádio Avaré.
O agente político Bijolada, vem com tudo, de forma sombria, e a ética que ele tanto prega, joga na lata de lixo quando fala de jornalistas e macula de forma destrutiva a bela história da Comunicação de Avaré.













