A noite desta segunda-feira, 11 de agosto, foi de discórdia na Câmara Municipal de Avaré, que realizou sua 2ªSessão Ordinária, após o retorno de recesso de meio de ano.
Na oportunidade, o vereador e presidente da Casa, Dr. Denílson Ziroldo (PSC) afirmou que a Comissão Parlamentar de Inquérito proposta por ele seria de fundamental importância para investigar se a empresa sublocada para gerir o Pronto Socorro é capaz de atender os que lá procuram ajuda.
Informou ainda o edil, que a empresa IFS, que é a gestora que terceirizou o atendimento no Pronto Socorro, não dispunha até recentemente, de profissionais capacitados para atender urgência e emergência.
Finalmente, Dr. Denílson destacou que, como não conseguiu fazer a CPI ser instalada da Câmara, encaminhou toda a documentação que supostamente comprovaria as denúncias por ele levantadas, ao Ministério Público, para instruir eventual processo judicial.
Em contraponto aos argumentos apresentados pelo presidente da Câmara, Marcelo Ortega (PV), Dr. Ernesto Albuquerque (PT) e Dra. Rosangela Paulucci (PMDB) concordaram com a proposta do vereador verde para criar uma Comissão de Estudos, que visaria acertar as pendências da Saúde como um todo, e não somente as do Pronto Socorro.
David Cortez (PP) foi ainda mais longe na defesa do plano de Ortega, e falou que uma CPI só prejudicaria o atendimento no PS.
Terminal Urbano
A Líder do Executivo na Câmara, Dra. Rosângela contrariou o entendimento do prefeito Dr. Poio Novaes (PMDB) e disse que o Terminal Urbano deveria ser removido da Avenida Major Rangel, já que existe um novo, anexo ao Terminal Rodoviário.
Para a parlamentar, o local onde as circulares estacionam para embarcar os passageiros atrapalha o fluxo do trânsito e é “horrível, para dizer o mínimo”.
Salário
Ainda durante sua palavra livre, o vereador Dr. Denílson Ziroldo afirmou que o funcionário municipal que provar ao Sindicato de sua categoria que pagou juros em alguma de suas contas pelo atraso no pagamento do salário, poderá entrar na Justiça para obrigar o Governo Municipal a indenizá-lo.
Por JOSE RENATO FUSCO













