Epitáfios#1

A Bigorna 10/08/2020 23:10:00 753 visualizações
# legenda: Epitáfios

O “Pidão”

Estati fala que o prefeito ‘locutor de rodeio’ vai ganhar com os ‘pés nas costas’ e em sua arenga, aproveita para arrazoar mal de outros prefeitos, com se ele, um dos piores vereadores da atual gestão, fosse o baluarte da dimensão daquilo que o prefeitão é o melhor de todos e, chama os demais vereadores para apoiar o prefeito, pois só assim, podem ‘pedir’ algo ao prefeito. Estati – pedir? Vai procurar prego na areia, vereador. Desde quando vereador tem que ir na prefeitura pedir algo? Você por acaso é um “pidão” – não crie ignomínia. Vereador não pede, faz indicação; não briga, faz oposição e você, grande há 8 anos continua falando lengalenga.

Honesto

O vereador Ernesto, fala, às vezes, bem e acerta em cheio, mas ninguém quer saber da sua vida particular, e falar de nascimento de neto. Faça política, não fale de sua vida particular; já imaginou se os meios de comunicação falarem da vida particular dos políticos? O Provador de Sopas de Hospital, que está sempre com cara de quem não gostou, às vezes, também pisa na bola.

Presidente por acidente

Barreto, o presidente por acidente, mais uma vez falou e não disse nada nesta semana ao falar na Palavra Livre; eleito, sobremaneira acidentalmente, por não haver alguém com coragem para assumir este pepino, vai deixar sua marca de um bom político que deverá sair, sem ter entrado.

Defende o indefensável

Roberto Araujo, defende o indefensável. Ao falar do decreto municipal (de reabertura do comércio), o vereador defende o incapaz prefeito de Avaré. Falar que o MP questionou a abertura de bares, restaurantes, academias, simplesmente, mexe com o bom-senso da cabeça do povo, mesmo porque o prefeito-locutor, não dá transparência sobre seu governo e suas decisões. O povo não sabe da verdade, não, mesmo porque, Silvestre não tem diafaneidade. Se o povo continuar a ser governado por uma minoria, em detrimento da maioria, jamais evoluiremos. Melhor não defender o indefensável.

O pequeno Príncipe

Jô Silvestre continua encastelado. Vive num mundo político paralelo à realidade. Não sabe o que faz, e quando faz, não sabe se foi ele quem fez; faz secretários assinarem atos de licitação quando ele foi eleito para gerir, para administrar, e não sabe que os secretários são meros assessores – auxiliares, nada mais. Tem até um ex-radialista que pregava que Avaré era a pior cidade do mundo, e, hoje, está encastelado recebendo o dinheiro público, sem abrir a boca. Realmente, Silvestre consegue tapar a boca de quem poderia criticar com cargos- os comprados com cargo comissionado; tem até um ‘homem-suíno- que voltou a ser comissionado, o famoso ‘porquinho – fedido’- aquele mesmo que, depois de fazer um monte de trapalhadas e safadezas enquanto era comissionado no Paço Municipal, mexendo e remexendo nos meandros do Burgo foi demitido. Todavia, oxa, de repente, começou a ameaçar o ‘prefeito-locutor’ falando – aos ventos, ligando pra Araxá e Iguaí- que iria denunciar o prefeitão, e ele o ex-demitido (existe ex-demitido?)- pasmem: voltou num cargo. O malacafento está lá, quem digam àqueles que o suportam de seu lado.

O radialista Fake

Avaré possui um excêntrico radialista FAKE. Fala bobagens, ataca jornais e faz de ‘gato e sapato’ àqueles que não conhecem seu ‘modus operandi’; o toma-lá-dá-cá dele é velho é antigo é velhaco, faz apologia política – vereador cassado, é o exemplo daquilo que não poderia ser feito. O radialista FAKE é a antítese do bom jornalismo, ou de um grande radialista. Avaré, não merece isso! Quem o apoia é conivente com suas palavras!

O-ex-prefeito

Joselyr Silvestre continua à tona. Depois de ficar preso e conseguir sair alegando estar muito doente, vem lançando sua descomunal e aberrativa política. Vem distribuindo jornais com papel de excelente qualidade, diga-se de passagem, com o título 50 anos em 8, num título copiado do ex-presidente JK, o qual tinha como slogan 50 anos em 5. JBS é a aberração do pior político que pode ter qualquer povo. JBS é uma assombração, um conluio de safadezas políticas, nas centenas de processos por improbidade administrativa que possui. Avaré tem a obrigação de evoluir e ver um ex-político, agora, de volta à ativa é algo danoso, vergonhoso. JBS tem que ser extirpado da política – cuidado Arandu, vocês podem ser a próxima vítima.

O cidadão

O prefeitão inábil ouviu, ou contaram para ele, sobre uma frase de um cidadão: “Não preciso receber nada, a insatisfação com a sua administração faz com que a gente cobre o senhor, com que a gente aponte a sua incompetência”, afirmou o cidadão Pauloh Proença em uma Live no Facebook. Será que esse cidadão-eleitor tá pegando no pé do prefeitão incapaz?

Não adianta escrever

Um velho político disse que não adianta escrever e criticar as miscelâneas de um governo desgovernado, pois ainda existem os que não querem lobrigar. A trajetória calamitosa de Avaré e seu ‘boiódromo’- dinheiro do povo sendo jogado num buraco- é uma crise bem mais ampla e longeva: a da ignorância cívica O pior cego é àquele que não quer ver!

E a saúde vai bem?

E a saúde do povo avareense, vai bem? Há médicos, há remédios? Onde estão os gastos e a transparência do governo? Há algo de podre no Reino do Gnomo-Maldoso. Lupa nele!

Sanatório geral

As eleições estão perto. Embora muitos ainda não se deram conta, os políticos já trabalham vorazmente. O bom cidadão é aquele que quer o melhor pra si e para sua cidade. Assim a frase de Martins Luther King, hoje, é mais que atual: “O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons”. Ou Avaré muda, ou virará um Sanatório Geral!

Ao prefeito-locutor

O Brasil dispõe de todos os instrumentos para o bom funcionamento da democracia. A Constituição estabelece a separação de Poderes e um sistema de freios e contrapesos. Há eleições regulares e liberdade de imprensa, e as instituições são apetrechadas para funcionar conforme o ordenamento constitucional. Contudo, todo esse aparato não tem serventia se os cidadãos dele não participam.

Redes sociais

Um Boom da Veja: As redes sociais surgiram com o nobre propósito de aproximar pessoas, estimular o livre debate de ideias e garantir a qualquer um o direito de expressar valores e sentimentos. De uns tempos para cá, porém, elas se tornaram um campo minado. Em certos grupos, opiniões foram substituídas por xingamentos, o bom senso deu lugar ao ódio e o respeito desapareceu para abrir caminho ao escárnio.

Frase da semana: “Toda tirania deve ser afastada, inclusive a tirania da maioria que elege o Executivo e o Congresso’, Alexandre de Moraes (Ministro do STF).

*Por O Epitafista

Novo colunista do Jornal A Bigorna

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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