O atual Secretário de Saúde, através da Comunicação da prefeitura do governo de Joselyr Benedito C. Silvestre alegou que o “Disk Saúde” funcionava mal. Ele alega que os pacientes só conseguiam consultas depois de 90 dias. Pois bem, vá na Unimed e veja se você que paga caro um médico, se consegue uma consulta em menos de 60 dias.
Mas não para aí. Roslindo é tão incapaz, que só não chama o paciente de “burro na cara larga”, ao alegar que pessoas e pacientes ou seja lá o que ele acha do ser-humano, se esquecia das consultas.
Isso mesmo! Você otário, tonto, bobeirão, marcava um médico porque achava bonito. Bonito mesmo é um ser-secretário ser condenado e ainda estar à frente de uma das pastas mais importantes de uma prefeitura. Esse é o governo do carnaval – da capinagem – da roçada – de tudo que o pai fez, e ele vai fazer melhor com seu dinheiro. Espere sentado.
Saindo do ridículo e adentrando ao mais ridículo ainda, é a eminência parda do senhor prefeito achar que todo mundo tem “cara de poste”, ao autorizar licitações dantescas, como a da capinagem, pouquinho dinheiro, mais de 400 mil reais, roçadas e trio-elétrico, para meia-dúzia de bocós pularem com o seu dinheiro. Tudo com pregão presencial, ou melhor, “cartinha” de quem dá o melhor preço.
Pasmem. Idiotas à parte como eu, o senhor prefeito deve achar que está no tempo do seu pai, que, aliás, responde processos inúmeros por infringir a lei de Licitações. Uma aberração, um prefeito que foi eleito como sendo o “Roque Santeiro” de Avaré, autorizar quase meio milhão de reais em licitação por cartinha.
Lindo!
Até o Papai Noel vai participar da licitação!
Neste diapasão sem pavão, o povo se socorre como pode, porque a administração mal-começou e as coisas já vão de mal à pior.
Pobre avareense que acreditou no Plano de Governo, já que o próprio prefeito diz que não faz promessas. Não faz ou não fez; mas dá mostras que sequer leu o seu próprio programa de governo.
Roque Santeiro – aos poucos – vai se revelando. E vem muito mais...
Roque Santeiro - A história é ambientada na fictícia cidade Asa Branca, que funciona como microcosmo do Brasil. Há dezessete anos, o coroinha Luís Roque Duarte, conhecido como Roque Santeiro, por esculpir imagens sacras, morreu ao defender os habitantes de Asa Branca dos capangas do perigoso Navalhada, um bandido que havia invadido à cidade.
Santificado pelo povo de Asa Branca, que atribui milagres à sua imagem, e outras pessoas buscavam até mesmo a sua canonização, Roque Santeiro tornou-se uma lenda e faz a cidade prosperar com sua história de heroísmo. Mas também despertando o interesse de muitos que se aproveitam da lenda para lucrarem.
*André Guazzelli é jornalista













