Michel Foucault diz que o homem é uma invenção recente. Assim seus problemas remontam a atualidade. Aproveito esta frase para fazer-me entender um pouco da administração Poio Novaes.
Assim na era do ressentimento, Poio tem uma administração recente. Poucos anos, apenas dois, que muitos querem que já se passassem os quatro e novas eleições ocorressem. Tudo em nome do poder.
Poio não faz um péssimo governo. É mediano em muitas das atribuições. Entretanto peca em outras muitas, como o bendito Raio-X da Pronto-Socorro, o qual deveria ter sido comprado urgentemente - há tempos.
No demais, pelo que parece, está montando um novo time, pois com este não dá. O time é ruim demais. Setores próximos a Poio já dizem que ele deve trocar pelo menos três nomes na virada de ano. Eu, azarão das palavras acredito muito pouco nisto, mas não duvido. Ele precisa e muito desta oxigenação. Seria salutar para sua administração.
Culpar Poio por tudo, é, de fato e de todo modo exagero. Avaré, há tempos está ingovernável. Ou seja, em pouco mais de 4 anos dificilmente alguém põe ordem na casa.
Mas Poio também peca pela falta da ação. Ou melhor pela inação. São detalhes que poderiam ter sido arrumados e ajeitados há tanto tempo que o prefeito continua a patinar no mesmo lugar. Isso é ruim. O prefeito precisa tirar a cidade do marasmo.
Vi com alegria neste final de semana, que, por fim, teremos enfeites de natal. Vi funcionários da iluminação pública com equipamentos de segurança e queria ver mais, como a não falta de remédios que vira e mexe aflige os postos de saúde.
O turismo como salientou o Denílson Ziroldo, não saiu do lugar. Pouco ou nada, apenas pintaram o Hadel Aurani, (sic) o Cristo Redentor, e, pouco, mais que nada.
No entanto, o que mais vejo problemático são duas coisas que precisam ser mudadas. A secretaria de obras que é péssima, e o jeito de administrar de Zezé Cruz, que está no lugar errado.
Poio vai para o segundo tempo de um jogo difícil. Espera-se, que, de início jogue com mais um atacante, e mude alguns jogadores e vá pra cima com o CRP nas mãos.
Chatô – é escritor e colunista.













