As investigações que foram iniciadas pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão do Crime Organizado (Gaeco) em Presidente Prudente, já teriam ouvidos advogados de Avaré.
De acordo com as primeiras informações, eles são suspeitos de colaborar com a facção na elaboração de uma lista com os nomes de agentes penitenciários que seriam colocados como alvos do PCC.
Além disso, os advogados avareenses, supostamente, também usariam contas bancárias pessoais para lavar dinheiro obtido com o tráfico de drogas.
Segundo informações (não oficiais) cerca de 4 advogados teriam sido detidos pela polícia. Entretanto, não foi informado se eles foram presos.













