A votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff, prevista para este domingo, 17, na Câmara dos Deputados, é o ápice até agora da maior crise política brasileira desde a redemocratização.


Mais de cem pessoas se reuniram no Largo São João – Centro – onde puderam expor o descontentamento também do avareense com as falcatruas do partido que entrou para governo, e aparelhou o Estado, galgando um legado negativo que carregará para o resto da história política do partido, como entrará para os anais políticos brasileiros, de um partido que pregava a decência e era visto como um partido ético. Tudo isso caiu por chão.
Segundo placar do Impeachment do jornal O Estado de SP, mostra que a oposição à presidente contabilizava, à 0h deste domingo, 350 votos favoráveis ao impeachment, oito a mais do que o mínimo necessário (342, de um total de 513). Portanto, se esses deputados mantiverem a decisão de apoiar o afastamento logo mais, Dilma será derrotada na Câmara neste domingo. Há ainda 133 contrários ao impeachment, 9 indecisos, 2 prováveis ausências e 19 deputados que se recusam a abrir o voto.

A história se repete 24 anos após o impeachment de Fernando Collor de Mello, o 1º presidente eleito após duas décadas de ditadura militar, a Câmara dos Deputados decide neste domingo, 17 de abril 2016 se autoriza a abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.
Após a reunião de protesto, os manifestantes saíram Às ruas de Avaré em Caravana, com aa supervisão dos batedores (ROCAM) da polícia militar.














