Por Assis Châteaubriant – Nestes tempos de pré-eleição e eleição, os candidatos se recolhem e ficam somente nos bastidores tecendo sua rede de regras e planos para competição.
Com isso, os jornais – muitas vezes – e na maioria das vezes não pode dar informações mais profundas de um candidato, já que a legislação eleitoral é muito dura e firme, chegando a minha opinião em censurar indiretamente até os veiculos de imprensa.
Com isso, perdem os eleitores mais antenados, que na maioria das vezes acompanha a política através da imprensa. Não sabem quem serão os candidatos, ficam alheios e prejudicados em certo tempo, não podem tirar suas conclusões de quem seria o melhor para Avaré.
Digo isso do eleitor consciente. Mas infelizmente, ainda temos, os alienados votantes. Estes vão pelo “rouba mas faz” – jargões chulos que numa democracia e num País que quer avançar não poderia ocorrer.
Já outros vão pelos nomes de outros que na visão deles são midas. Onde põe a mão vira ouro. Enquanto a maioria tem candidatos que, no subconsciente popular são amados – mesmo que tenham perpetrados crimes com o dinheiro público. Estes são chamados os candidatos que possuem carisma, e se utilizam disso para ludibriar o eleitor mais simples e menos informado.
A eleição deste ano é um marco, pois não poderemos mais ter reeleição. Ou seja, o prefeito tem que arregaçar as mangas, trabalhar muito pela cidade, porque sabe que não precisará pensar numa eventual reeleição.
Não sei se sou contra a reeleição. Sou apenas a favor da alternação de poderes. O poder em demasia corrompe, e o absoluto corrompe totalmente.
Avaré precisa progredir mais ainda. Nossa cidade não pode parar no tempo, e tudo isso está nas mãos dos eleitores, estes que, querendo ou não colocarão no Paço Municipal um político que os representará e que terá a obrigação de impor metas para um bom governo.
Governar é elencar prioridades e as prioridades de Avaré são muitas. Deste modo, precisamos de políticos astutos que tenham bom transito com o governo estadual e federal, para que a cidade possa caminhar e se desenvolver, pois se depender somente dos impostos que arrecada, nosso município não sairá do lugar.
Chatô – é escritor.













