O juizado da 1ª Vara Criminal de Avaré, expediu a data do julgamento do famoso caso “Grelinha” - para o dia 21 de junho de 2017 - referente as roçadas praticadas pelo empresário João Fragoso Júnior, conhecido como Grelinha, o qual supostamente comandava uma rede de crimes de fraudes em licitação de roçadas na cidade de Avaré.
São réus e indiciados neste processo que teve início no ano de 2011: o ex-prefeito Rogélio Barcheti Urrea, os ex-secretários Pedro Luiz Olivieri Luchesi (Agricultura) e Maria Aparecida Lellis (Governo).
O caso deflagrou quando o jornal A Comarca descobriu o esquema de facilitação nas licitações, bem como os pagamentos realizados emergencialmente, e, que, em tese, segundo a denúncia, o dinheiro era subdividido entre várias partes.
Também serão réus, os ex-funcionários, Elaine Fernanda Stella, Daniela Segarra Arca, Gilberto Saito (atual chefe da Garagem Municipal), Oscar Ayres, bem como, Manoel Ronaldo de Lima, Paulo Jose de Moura, Gesler Faustino da Cunha, Hamilton Aparecido Mascarenhas, Diego Henrique Otávio dos Santos, Eder José de Almeida, Fernanda Natal (esposa de Grelinha), Cristiano Carvalho de Lima, Mariano Tavares Filho, Reinaldo Natal, Aparecido de Oliveira, João Gabriel Ferreira Magalhães Prado.
Na ação a Justiça promoverá o julgamento da ação de crimes Relativos à Lei de Licitações Públicas.
CPIs – Os relatórios das duas CPIs da Câmara de Avaré que investigaram possíveis irregularidades da administração municipal foram, em votação apertada, e tiveram aprovados, com o voto de desempate da presidente da Câmara e encaminhados ao Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado.
O trabalho de investigação durou 4 meses e resultou num processo de mais de seis mil páginas e 32 pessoas.
A Comissão partiu das investigações, depois que a Procuradoria do Município examinou minuciosamente todas as notas fraudulentas e enviou-as ao Ministério Público e a delegacia Seccional de Avaré.
Após a CPI, uma Comissão Parlamentar (CP) tentou cassar o mandato de Rogélio Barcheti, pelo suposto envolvimento no esquema. Entretanto, os advogados de defesa conseguiram uma liminar, a qual impediu o prosseguimento da CP por falhas na lei que dispõe sobre a cassação de prefeitos.
No entanto, após quase 6 anos, a Justiça deverá dar um fim as denúncias apontadas contra os supostos réus do esquema.
Como relata o Jornal A Comarca num dos tópicos na época dos fatos:















