Um investigador de polícia aceitou falar sobre o caso do furto de mais de 170 mil reais levados de uma lotérica em Avaré.
Para o investigador (que aceitou falar como sigilo de fonte) os ladrões que arrombaram a Casa Lotérica tinham requisitos mínimos de conhecimento do local.
O policial relatou que os bandidos aproveitaram o quarteirão detrás (Rua Pará), onde há um enorme terreno semiabandonado, e avançaram até o estabelecimento sorrateiramente. Depois pularam o muro e utilizaram até uma escada para sair do local depois de feito o roubo.
O que chamou a atenção do policial, no entanto, foi que para realizar o furto, os bandidos fizeram pelo menos “algum tipo de barulho”, já que não é possível prever quebrar tanta coisa sem que seja feito barulho.
Outro ponto importante destacado pelo investigador, é de que o assaltante tem conhecimento do ponto.
“ Ninguém entraria “no escuro” sem saber onde estava o dinheiro, bem como, as fontes de gravação da Lotérica. Alguém conhecia o ponto”- destacou o investigador.














