Por Assis Châteaubriant – Não estava escrevendo sobre política avareense, pois como todos nós simples mortais, não sabíamos que seria – de fato e de direito – os candidatos que se colocariam à disposição da população.
Depois das idas e vindas, o que de fato se consolidou foram Denílson Ziroldo PSDB, Marcelo Ortega PV, e Joselyr da Costa Silvestre (PTB).
Entre as leituras o que notei fora partidos fechados completamente com seus candidatos, partidos que foram à força pelas comitivas estaduais, e outros que metade queria um, e outra metade outro candidato.
Deve ter sido um “deus nos acuda” estes dias escabrosos, em que tudo pode, desde que sejam nos bastidores.
Denílson prega mudanças, Ortega prega um modelo de gestão diferenciado, e Joselyr da Costa, não sei, mesmo porque ele não concedeu entrevista alguma a qualquer veiculo de comunicação.
Por enquanto é cedo sabermos quem será o melhor para Avaré, pois as propostas devem ser o carro chefe de cada candidato e, a análise cabe a nós eleitores sabermos discernir entre o melhor para sua cidade.
O que os candidatos terão muito problemas é em relação a rejeição. Quem se se afigura com o candidato a prefeito, não gosta do vice, ou então, não compactua com a coligação entre os partidos, devido a rejeição que alguns partidos possuem.
O mal do ser-humano é pensar que sabe tudo, mas não sabe que não sabe nada.
Deste modo, acredito que cada eleitor tenho o mínimo de boa-fé e tente acompanhar seu candidato para poder cobrá-lo, pois, enfim, depois que o eleitor votar e eleger seu candidato, não adianta nada depois ficarmos reclamando por 4 anos de erros, desacertos e, às vezes, improbidades que algum candidato pode cometer.
O voto é coisa séria. Nele está nas mãos do cidadão o interesse de ter uma cidade melhor para ele e seus filhos.
Votar é assinar um cheque em branco a um determinado candidato!
Chatô – é escritor.













