Ainda que eu fale a língua dos intelectuais ou do cidadão inculto, se eu não tiver integridade,
serei como o metal que soa, ou como o sino que tine.
Ainda que tenha o dom da política, e conheça toda essa ciência,
e ainda que tenha fé na mudança, de maneira tal que transporte montanhas,
sem integridade eu nada sou.
Ainda que eu distribua toda minha fortuna aos pobres,
defenda o socialismo e critique o capitalismo, sem integridade, nada disso me aproveitaria.
A integridade é benigna e não é invejosa; não trata com leviandade nem se ensoberbece.
Não quebra com o decoro, não busca seus interesses,
não se irrita, não se regozija com o mal. Mas se alegra com a justiça e com a verdade.
A integridade luta, crê, espera, suporta. A integridade pode ter falhas,
porque em parte conhece e em parte ignora. Mas jamais deixa de combater
e lutar contra a corrupção.
E agora permanecem estes três males: a corrupção, a injustiça e a improbidade,
mas destas, a corrupção é a maior.
Por Alexsandro M. Medeiros
(portalconscienciapolitica.com.br)













