A Rodovia Presidente Castello Branco (SP-280) continua sendo alvo frequente de ações de fiscalização do 5º Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), com diversas apreensões de mercadorias ilegais e produtos contrabandeados nos últimos meses.
Apreensão recente de medicamentos emagrecedores (15 de janeiro de 2026)
Na manhã de quinta-feira (15), policiais do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) prenderam em flagrante duas mulheres passageiras de um carro de aplicativo que transportavam centenas de medicamentos emagrecedores ilegais de origem paraguaia. A abordagem ocorreu no km 168, sentido interior-capital, próximo a Porangaba. O veículo vinha de Foz do Iguaçu (PR) com destino a São Paulo (SP). As detidas foram encaminhadas à Delegacia da Polícia Federal em Bauru por contrabando e crime contra a saúde pública.
Outras ações destacadas em 2025 e início de 2026
Em novembro de 2025, a PM Rodoviária apreendeu mais de R$ 13 milhões em pasta base de cocaína escondida em caçambas de lixo dentro de um caminhão, na altura de Itu (SP).
Em junho de 2025, durante a Operação Acorda Motorista, foi flagrada uma carga de cigarros contrabandeados escondida em caminhão no km 198, em Pardinho (SP). O condutor foi preso e encaminhado à Polícia Federal.
Em maio de 2025, dois homens foram detidos em Tatuí por contrabando de grande quantidade de cigarros na rodovia.
Em novembro de 2025, mais de 4 mil medicamentos contrabandeados foram apreendidos em ônibus interceptado em Itu.
Essas ocorrências reforçam o padrão de uso da Castello Branco como rota para o transporte de cigarros contrabandeados (principalmente de origem paraguaia), eletrônicos sem documentação, medicamentos ilegais (como emagrecedores) e até entorpecentes em grandes volumes. O 5º BPRv, com sede em Sorocaba e atuação em municípios como Avaré, Boituva, Itapetininga, Tatuí e região, intensifica o patrulhamento para combater o contrabando e o descaminho, crimes que geram prejuízos bilionários aos cofres públicos e à indústria nacional.
As investigações das ocorrências recentes seguem sob responsabilidade da Polícia Federal, que apura possíveis ligações com redes maiores de crime organizado. A PM Rodoviária não divulga detalhes quantitativos de todas as apreensões rotineiras, mas o trabalho integrado continua ativo para coibir essas práticas nas rodovias paulistas.













