Por Assis Châteaubriant – Nestes últimos três anos passados do governo do senhor Paulo Dias Novaes, notei algo um tanto quanto específico. O prefeito faz sua administração sem assumir riscos.
Tanto é que remédios que poderiam ter sido comprado com dispensa de licitação e muito mais rápido, já que eram ordens emanadas do Poder Judiciário, assim mesmo o prefeito preferiu seguir trâmites que poderiam ser quebrados, no bom sentido, claro, e evitar um marasmo de confusão como houve, chegando até a quase ser penalmente processado.
Poio pelo que vejo, terminará o governo como começou. Fora os que pediram a conta e foram embora, o prefeito não dá sinais de mudança. Se as fizesse a tempo teria mais credibilidade e confiança da população.
Poio preferiu não arriscar.
Optou em ser “o bonzinho” – e manteve em seu quadro pessoas supérfluas, que nada acrescentaram ao governo, no entanto, prefeito Poio ganhar sem riscos, é o mesmo que vencer sem glórias.
Agora, na reta final, deve estar se dando conta que faltam apenas 6 meses até lançar-se candidato à reeleição. As eleições que tiveram o prazo diminuído terão apenas 45 dias. É muito pouco e não dá pra bater de porta em porta neste período escasso de tempo.
Assim, daqui a alguns meses, os candidatos a prefeito e vereador virarão um enxame de “santinhos” e blá-blá-blás quando estiverem pelas ruas. Quem tiver ouvido que ouça.
Como em terra de cego quem tem um olho é Rei, por aqui as coisas começam a serem visualizadas, ante a escuridão que, dantes não sabíamos quem seriam os pré-candidatos. Agora sabemos que temos Paulo Novaes (óbvio), Rogério Rodrigues, talvez Marcelo Ortega Miguel Chibani e, agora Joselyr Benedito Silvestre.
Todos são ainda “pré”, porque tem que passar ainda pelo crivo do TSE, e se houver impedimentos, alguns “prés”, terão de ficar lavando os pés em casa.
A “Corrida Maluca” está apenas começando!
Chatô – é escritor.













