Quem ocupa cargos políticos está mais sujeito a críticas e exposto à mídia, inclusive a redes sociais. O juizado ainda diz que o ocupante de cargo político não deve entender crítica como ofensa pessoal.
Prova disto, o 5º Juizado Especial Cível de Brasília extinguiu uma ação por danos morais ajuizada pelo presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Luís Boudens, contra a ativista Carla Zambelli.
Mas não é isso que acontece na maioria do País, estados e municípios. Os políticos se sentem seres intocáveis, e, alguns chegam ao despautério de falta com a educação quando questionado sobre algo público.
Para ter uma mínima noção, a jornalista Mônica Iozzi foi proibida de entrar no Senado Federal (Casa do Povo) – por fazer perguntas que desagradavam os políticos, mas que eram pertinentes à população, ou seja, o eleitor tem o direito de saber, e a imprensa é o veiculo que pode mostrar ao leitor a vitrine política nacional.
O político não é dono de seu mandato, ele é um representante do povo no Legislativo e deve ter a compostura – sem ser arrogante- de responder a qualquer questionamento de um jornalista, repórter e até mesmo de uma pessoa da comunidade.
Entretanto, quando ficam deparados com questões que não tem ‘resposta’ ficam irritados e mal-educados com quem lhe questiona.
O político entra na vida pública porque quer! Deste modo, ao ser questionado, deve se portar como representante do povo, e não ofender, ou dar respostas como quer ou de modo pouco educado. Ele tem a obrigação de responder você leitor e eleitor.
O político não está acima do bem e do mal!
Ele está investido de uma obrigação – por tempo determinado – e enquanto estiver sendo político, tem que ter compostura e ser um agente político do povo.













