Na tarde de ontem, 03 de abril de 2016, conforme relatado pela senhora Adriana S. Cortez, uma senhora deu entrada no Pronto-Socorro de Avaré com suspeitas de um AVC (Acidente vascular cerebral), por volta de 4 da tarde.
Segundo a depoente, a paciente, com a demora de um especialista em atendê-la teve seu estado piorado. Os médicos que estavam no Plantão não tem tal especialidade, e, segundo Adriana, o médico teria dito à família que a paciente só poderia ser removida à UNESP de Botucatu por um especialista, naquele momento.
Se um médico clínico solicitar a vaga, ela ingressa numa fila de espera, por não haver o médico especialista.
Revoltada, ele postou na Rede Social que ligou para o prefeito e a Secretária de Saúde, mas não obteve respostas de parte alguma. Segundo detalhes, até mesmo David Cortêz não foi atendido pelo prefeito.
A paciente A. A. F até às 12 horas de ontem (domingo dia 03) ela continuava aguardando vaga para ser encaminhada ao especialista, tendo em vista, que, hoje, o Pronto-Socorro não conta mais com a especialidade de retaguarda de neuroclínico.
Os problemas do Pronto-Socorro de Avaré parecem não ter fim. Entra e sai prefeito, a Saúde continua relegada a 2º plano, e, quem sofre – claro – é a população mais pobre, a qual não tem dinheiro para arcar com uma consulta particular com um especialista e, muito menos, condições de pagar uma ambulância, transferência e internação particular, para que se tenha uma pouco mais de dignidade humana.













