Funcionários da Saúde de Avaré que atuam no Pronto-Socorro aderiram a uma semiparalização nesta segunda-feira, dia 29 de agosto, depois da insatisfação dos funcionários de terem as refeições cortadas pelo município.
O atendimento, segundo relato, está sendo realizado por 30% dos funcionários da saúde em sistema de revezamento, e só casos de urgência estão recebendo atendimento por parte dos funcionários.
Segundo o presidente do Sindicato dos funcionários Públicos de Avaré, Leonardo do Espírito Santo, a greve teve início por volta das 9 horas da manhã, depois que o estabelecimento que servia as marmitas avisou que não iria mais entregar o almoço e jantar.
O presidente salientou que entrou em contato com o prefeito Paulo Dias Novaes e que o mesmo declarou que a responsabilidade é da secretária Vanda Nassif.
Relata ainda o presidente do Sindicato, que a Diretora do Pronto-Socorro teria ligado para a secretária de Saúde, e que ela teria dito que a responsabilidade pela contratação de empresa para fornecimento de marmitas para os funcionários do P.S seria do prefeito de Avaré.
O clima no P.S era de insatisfação por parte dos pacientes que estavam aguardando atendimento. Muitos foram embora sem serem atendidos, pois não foram classificados na faixa de urgência e emergência.
Por volta de 7 horas da noite, a Reportagem do Jornal A Bigorna tentou contato com o prefeito e o Secretário de Comunicação. No entanto, nenhum deles atendeu ao chamado.













