As prisões dos advogados presos durante a Operação Ethos foram prorrogadas pela Justiça, no final da tarde desta sexta-feira (25),
Conforme Contelli, o novo prazo de cinco dias tem início a partir da meia-noite deste sábado (26), data em que se encerraria o primeiro período das detenções. Os advogados são suspeitos de envolvimento com uma facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios do Estado de São Paulo.
Confissão
A polícia informou ainda que em depoimento nesta quinta-feira (24), o conselheiro Luiz Carlos dos Santos, vice-presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe) confessou seu envolvimento com a facção.
De acordo com o delegado, Santos alegou que recebia R$ 5 mil mensais do grupo criminoso, além de outros valores que variavam conforme o "serviço executado". O conselheiro ainda afirmou que também recebia R$ 4,5 mil da facção, por fiscalização que organizava nos presídios através do Condepe, ainda segundo a polícia.
Célula advocatícia do crime
Atualmente essa célula simulava visitas jurídicas aos líderes presos, fazendo elo de comunicação de atividades criminosas entre os presos e aqueles que estão em liberdade, em “verdadeiras relações de promiscuidade”, segundo a Polícia Civil.













