A manhã no Posto de Saúde Central, mais conhecido como Postão da Rua Acre foi extremamente tenso. Centenas de cidadãos esperavam as portas abrirem para poderem agendar as consultas médicas, depois de o Secretário de Saúde desativar o serviço.
Era por volta de 05:30hs da manhã quando uma senhora ligou no celular do jornal A Bigorna revoltada. Segundo ela, muitas mulheres de idade e mães estavam à espera para agendar consultas médicas.
Na foto, o leitor pode visualizar as inúmeras pessoas que estavam sendo atendidas depois de horas de espera.
No início da gestão Rogélio Barcheti foi implantado o sistema em que o paciente ou pessoa próxima podia ligar e agendar a consulta, sem prejuízo de ter de sair de casa ou, até mesmo, chegar atrasado no emprego ou perder o dia num Posto de Saúde.
O sistema foi aperfeiçoado na Gestão Poio Novais, com Miguel Chibani, tendo as linhas telefônicas expandidas devido ao aumento de pacientes que necessitam da Rede Básica de Saúde Municcipal.
No entanto, o novo governo, através do médico Roslindo Machado, decidiu por bem que o sistema não funcionava. Roslindo ainda comentou o assunto no jornal A Comarca.
Mas como sempre na teoria à prática é outra, os cidadãos que deveriam ser melhor atendidos – estão à mercê de ter que agora estar o quanto mais cedo para adquirir sua senha, e ser atendida por uma única funcionária.

A reportagem do Jornal A Bigorna esteve no local e ouviu algumas reclamações. A senhora Maria do Carmo disse que estava indo embora, pois trabalha como doméstica e não poderia ficar tanto tempo à espera. “Nós somos pobres. Não temos dinheiro como os ricos para consulta particular, e é isso que recebemos. ”-desabafou.













