O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ/SP) voltou a negar pedido de habeas-corpus (HC) em favor do ex-prefeito preso, Joselyr Benedito Silvestre. A decisão ocorreu no dia 13 de junho.
Desta vez, a defesa de Joselyr Silvestre alegou existir “relato médico indicando estar o paciente com depressão grave”.
Para o Desembargador do TJ, Alcides Malossi Junior, o fato do ex-prefeito estar com depressão não impede que ele cumpra a pena em regime fechado, já que o tratamento é realizado por meio de remédios.
O desembargador destacou que, ocorre que o tratamento apresentado e já iniciado, é medicamentoso, o que, em tese, é possível, tanto que, repete-se, já iniciado, no próprio local onde o paciente se encontra. Permanece, então, a inexistência de necessidade de medida emergencial nesta ação, frisando-se a não antecipação da questão de mérito, mesmo de eventual concessão da prisão albergue domiciliar.
Deste modo o Tribunal de Justiça indeferiu o pedido, e, assim mantém Joselyr Silvestre preso pelos crimes de administração pública cometidos pelo ex-prefeito.
Joselyr (JBS) está cumprindo sua pena no Centro de Ressocialização (CR) de Avaré desde o dia 29 de fevereiro de 2016, ou seja, ele se encontra preso há 116 dias.
JBS é mais um dos inúmeros presos políticos, como alguns petistas e pemedebistas de alto-escalão que foram condenados, e que achavam que estavam acima das leis.
De dentro
Uma fonte informou que JBS não estava limpando os banheiros quando chegava sua vez na escala de limpeza.
Relata a fonte, que JBS “pagava” em pacotes de cigarro para que outro preso fizesse seu trabalho. No entanto, isso desagradou outros detentos, que não permitiram mais esta atitude.













