O CR (Centro de Ressocialização) de Avaré foi inaugurado em 11 setembro de 2001, quando, na época, o diretor de segurança e disciplina era Ricardo Aurani.
Desde que estava no CR, Aurani fez o projeto para realizar uma parceria com a prefeitura municipal de Avaré, onde detentos do regime-semiaberto, poderiam prestar serviços à comunidade, tendo com isso remissão de pena (diminuição).
Ao ingressar na prefeitura de Avaré como Secretário de Meio-Ambiente, Aurani se empenhou junto à SAP, a almejada parceria com o CR, para que os reeducandos, no início, realizassem o plantio de árvores e manutenção de praças.
“Depois disso essa parceria foi cada vez mais crescendo. Inclusive quando houve a greve dos coletores de lixo, eu tomei à frente daquela situação, juntamente com os reeducandos e fomos às ruas com os caminhões, coletar lixo, para tentarmos amenizar aquela situação”. – destacou Aurani.
Atualmente
No início do atual governo, os detentos realizaram os trabalhos de capinagem. No entanto, o prefeito Joselyr B.C.Silvestre resolveu abrir licitação para capinagem, com um valor de mais de 430 mil reais, para contratar até no máximo 20 trabalhadores oriundos de uma empresa particular.
A licitação deverá ocorrer na quarta-feira, 01 de março, quando as empresas estarão presentes no Setor de Licitações para o certame público.
Para alguns políticos, o atual prefeito está cometendo erros crassos já no início, já que pode contar com parcerias menos onerosas como a implantada anteriormente.
Caso “Grelinha”
O famoso Caso “Grelinha” ainda não foi julgado. Na época, o empresário (segundo denúncia formulada) contratava trabalhadores para capinagem, e teria supostamente, como apurou a Procuradoria e, posteriormente a polícia, se empenhado em direcionar uma parte do que recebia em propinas a funcionários municipais e também à Secretária Aparecida Lellis. O ex-prefeito Rogélio Barcheti também é réu na ação.













