Por Assis Châteaubriant – Não sei há quanto tempo venho escrevendo que o prefeito Paulo Novaes é mal assessorado. E não deu outra. Nesta semana, Poio Novaes deixou seu adversário político ir à forra e ser a estrela da semana.
Tudo porque, uma secretária fez o que não deveria fazer.
E agora prefeito? Fazer o quê?
Ouvi suas entrevistas, assim como as li também, e o que vejo, é um prefeito em fim de mandato sem gás, desanimado, desgastado e infeliz politicamente.
Perdoe-me senhor prefeito se estou sendo exagerado, mas Poio, você tinha que ter um secretariado mais atuante, que vestisse a camisa do governo e da cidade, mas isso, infelizmente, só uma meia-dúzia faz, o resto cai tudo em suas costas.
Se não fosse a jovem Viviane, as empresas safadas que vendiam produtos superfaturados, sem que ninguém da cotação visse, o senhor terminaria o governo sendo ludibriado, e o dinheiro público mal gasto.
Mas uma pergunta que não quer calar: “Há quanto tempo tais empresas venderam e ludibriaram a prefeitura e tungaram o dinheiro do povo”?
Isso é falta de competência, já que as empresas vendiam desde o governo passado, e continuaram a vender ao atual governo. Será que não tinha um “santo” que olhasse o preço do açúcar, com mais de 100% de diferença do preço real?
O que penso sobre isso, é que, se uma mera cotação consegue ser “engolida”, imaginem compras de grande porte.
Como André Guazzelli me confidenciou, ele já sabia de algo a respeito, por isso havia escrito “A algo de podre no Reino da Dinamarca”.
Pois é, prefeito, o senhor não poderia a poucos meses da eleição engolir um “sapo” tão grande. Ficou ruim. Ficou feio. Independentemente de o senhor ser honesto, o senhor tem que se cercar, ou melhor, deveria ter feito isso a muito tempo, de pessoas capacitadas.
Como diz o provérbio:
"À mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta"
Chatô – é escritor.













