A Polícia Civil encaminhou na quinta-feira dia 01, ao Fórum de Presidente Venceslau a conclusão do inquérito da Operação Ethos, que prendeu advogados suspeitos de envolvimento com uma facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios paulistas. Foram representadas 54 prisões preventivas à Justiça.
São 41 volumes, cada um com 200 páginas. Conforme a polícia, todos os envolvidos foram ouvidos e as investigações foram positivas, já que "não houve muitas pessoas negando os fatos, com a maioria reconhecendo algo que foi importante nas apurações".

A corporação explicou que as prisões preventivas foram pedidas para "garantir a ordem pública, por conveniência da instrução criminal". Até esta quinta-feira (1º), está em vigor a prisão temporária dos envolvidos.
Caso a Justiça não analise ou negue a preventiva, eles serão liberados. Contudo, se houver deferimento, a prisão não terá mais prazo definido.
Segundo a polícia, toda a documentação foi analisada e encaminhada ao Instituto de Criminalística (IC). Agora, o próximo passo é o oferecimento da denúncia ao Ministério Público para o início de eventual processo.
"Pelas provas que produzimos, acreditamos que há um bom conjunto probatório. Ficou bem demonstrado o que se pretendia. A segunda fase é judicial, já não depende mais da atuação direta da polícia".(Fonte:G-1)













