Por Wilson Ogunhê - O prefeito Jô Silvestre não precisa de adversários políticos e muito menos inimigos, já que conta dentro do próprio governo com elementos que, a cada dia que passa, o levam à impopularidade, com gestos levianos e sujos contra setores da imprensa de Avaré, fatos que dentro do momento propício chegarão às mãos da Justiça.
Mal sabe o prefeito Jô Silvestre que um apelido que vem fazendo sucesso foi-lhe dado por um secretário seu que, no passado, abominava o seu nome com quem teve até mesmo discussões fortes depois de ter levado seu pai, sem autorização do atual secretário, a dar entrevista quando o prefeito era mero locutor de rádio.
Jô Silvestre parece não querer entender qual é a função da imprensa, e até deixa fortes indícios de não entender o que quer dizer moeda de troca na política, que o que existia para defendê-lo numa emissora já está mudando completamente. Afinal onde estaria a moeda de troca do PTB de Campos Machado para com o prefeito?
Possivelmente, teve secretário que começou a cair na real e a entender que não existem mais argumentos que possam defender alguém que, em quase sete meses de governo, nem mesmo conseguiu fechar a cota de Secretariado, e alguns percebendo como a Prefeitura funciona resolveram sair antes de precisar responder ações na Justiça sobre atestados de notas fiscais.
Durante a votação para o arquivamento da denúncia contra o presidente, o que mais ouvimos de parlamentar foi que “A lei existe para todos” e não será diferente aqui em Avaré, o que quer dizer que aqui certos procedimentos levianos e sujos contra certos setores da imprensa não vão passar batido.
Não estamos na época da ditadura, senhor prefeito, e muito menos na época do coronelismo. O que lamentamos é o prefeito ter memória curta a ponto de não se lembrar do passado e das humilhações que passou, enquanto locutor.













