Profissionais da Educação do Estado de São Paulo fazem nesta sexta-feira (29) paralisação e dois atos contra a política salarial do governo Geraldo Alckmin (PSDB).
A Apeoesp, uma das cinco entidades sindicais que organizam as manifestações, pode decretar greve hoje.
A categoria exige reajuste. O último aumento foi no meio do ano de 2014. Os professores pedem a recomposição da inflação do período, de 16,6%, segundo o IPCA. Até agora, o governo não sinalizou com uma possibilidade de reajuste.
Em Avaré, nesta sexta-feira, 29, em contato com a Diretoria de Ensino, não havia escola estadual sem aulas.
Reivindicações
16,6% é o reajuste pedido pela categoria, para repor a inflação desde jul.2014, data do último aumento (7%)
Outras exigências:
Redução do número de alunos por sala
Interrupção do fechamento de salas
Abertura de concurso para diretores
R$ 2.415,89 é o piso salarial dos professores de São Paulo com 40 horas de carga horária
259 mil é o total de profissionais da Educação na rede estadual de SP; são 3,5 milhões de alunos
-49% é a diferença entre o piso salarial de um professor em SP e a média de um profissional com nível superior













