Por Assis Châteaubriant - Há tempos passados, em que tais rodas não rodavam mais os moinhos, o vereador do PT, Ernesto Albuquerque, que na época era oposição a Rogélio Barchetti teceu duras críticas ao prefeito, que adquiriu apostilas escolares pela prefeitura.
Na época, o petista declarou que a prefeitura não precisaria gastar um montante de dinheiro, porque o MEC distribuía gratuitamente apostilas do mesmo estilo e aprendizado, e, assim, declarou que a gastança era ineficiente.
Bem. Passados os anos, vindos as chuvas, tempestades e abonanças, a secretária Lúcia Léllis, através do setor de licitação e, com certeza com anuência do prefeito, que na época era vereador – também da oposição – fazem, hoje a mesma coisa. Ou seja, adquirem apostilas que o próprio MEC dispõe. Pois bem, qual é a diferença, agora ilustre petista?
Agora, pode?
O PT é assim. Quando está na oposição – se vangloriam – de serem os arautos da justiça e do dinheiro público, contudo quando estão no governo, tudo pode, tudo é permitido, inclusive meter a mão na Petrobrás, Mensalões, que a cúpula do PT organizou para se perpetuar no poder.
Não é à toa, que uma mulher que, infelizmente, ainda é presidente foi afastada.
O Brasil está agastado e não suporta estilos como o dos petistas que alçaram ao poder pregando a ética e moralidade e deram ao povo brasileiro, um tapa na cara de sem-vergonhice.
Agora, explique ao povo avareense, porque quando o senhor não era governo, não podia comprar apostilas, mas agora pode.
Qual é o paradoxo, nobre vereador?
No entanto é assim mesmo vereador Ernesto, se ferradura trouxesse sorte, burro não puxava carroça.
Chatô – é escritor.













