O jornalismo
É uma profissão ingrata, em certos pontos. Quando se enaltece algum político por algo que fez, não há nada de mal; no entanto, basta uma crítica, ou dizer o que o jornalista pensa de determinado assunto para ser criticado pelo político – este ser-inumano – que não aceita críticas.
Deixando o tempo passar
Um político disse que Paulo Novaes é um político que não consegue entender. Num determinado dia está entusiasmado com a reeleição. Passa algum tempo, ele parece entrar num buraco negro, dando a impressão que está esperando o tempo passar para decidir se concorre ou não a reeleição, o que deixa supostos aliados com um grande temor de tentar compor com o prefeito.
Cala a boca
Ernesto mandou o presidente da Câmara “calar a boca”. No mundo da política, o leitor menos atento, deve achar isso uma ojeriza, mas o pobre eleitor, não sabe o que se passa no profundo calabouço da política. É lá que as coisas são ainda piores.
Eleitor
Se o eleitor soubesse como se faz a salsicha e a política, não comeria salsicha e não votaria em ninguém.
Silêncio
A melhor tática usada pela equipe de apoio do prefeito – seus secretários – está sendo o silêncio. Ninguém fala nada quando é atacado ou criticado. Simplesmente, finge que não é com ele. Deira está numa enrascada de um suposto superfaturamento quando era secretária da Semads, e, hoje, é ela própria quem faz as investigações contra os funcionários que ela mesma mandou fazer as cotações. Pode Arnaldo?
Silêncio 2
Zezé Cruz foi vereador, presidente da Câmara e candidato a prefeito. Auxiliou na campanha de Novaes, e chegou ao posto de Secretário de Governo. No entanto, todavia, porém, em quase 4 anos de governo não abriu a boca para defender Poio Novaes em momento algum. Para quem era um entusiasta político, engolir certas coisas a seco de seus adversários é, no mínimo, interessante.
Deixa a água passar
Muitos nomes, poucas alternativas. É assim que o avareense vai ser ver diante da urna no mês de outubro próximo. Mas do mesmo, menos do mais, e tiros no escuro. Mamãe me acuda.
Jô
Jô Silvestre é o presidente do PTB de Campos Machado, e filiou até mesmo Rípoli, que descascava a banana pra cima de Campos. E pior, o deputado deixa como presidente o sobrinho de um advogado que ainda processa a Rádio Interativa. O deputado deveria rever seus conceitos, já que o suposto candidato do PTB, o locutor Jô Silvestre, não mostra em público nada que o capacite a ser prefeito de uma cidade. Leva consigo, apenas a marca de seu pai, que é ou era adorado na periferia, mas, que, hoje, não figura no cenário político atual, pois vive no ostracismo da prisão.
Câmara
A atual composição da Câmara de Avaré poderá ter surpresas nas próximas eleições. Se Ortega sair mesmo para disputar a prefeitura, o PV perde um cociente bom para eleger vereadores. Certo mesmo, é que as candidaturas de Barreto, Roberto Araujo, David e Bruna são as que mais se têm falado em chances de reeleição certa. Embora, na política o certo é mais incerto que a física nuclear.
À velocidade
À velocidade da luz! Este é o paradoxo que irá, com certeza, ser o divisor de águas desta eleição. Com apenas 45 dias de campanha e 30 de rádio, os políticos terão que fazer uma campanha à velocidade da luz. Quem puder mais, chorará menos.
Destilado:
“A realidade é meramente uma ilusão, ainda que bastante persistente”. - Albert Einstein.













