O Tribunal de Contas do Estado, mais uma vez, recomendou à Câmara de Avaré para que corte o número de funcionários comissionados.
A maioria deles são assessores de vereadores, num total de 13 cargos, com salários que variam acima de 3 mil reais.
Por telefone, o presidente do Legislativo, Denílson Ziroldo declarou que proporá na segunda-feira, dia 28, aos demais vereadores, que todos os assessores de vereadores sejam exonerados no dia 15 de dezembro.
Cada assessor parlamentar tem um salário bruto de 3.292,64, sem os descontos previstos em lei. Somando os 13 cargos, o total bruto pago aos assessores parlamentares, é de 42.804,32 mil reais por mês, ou seja, um custo anual estimado em mais de 500 mil reais/ano, sem contar o vale-alimentação e outros beneficios.
Além do salário, há tambem os encargos patronais, bem como beneficos odontológicos, plano de saúde, ou seja,por ano só os assessores custam mais de 1 milhão de reais.
Além dos assessores, a Câmara também possui um Corpo Jurídico, um contador, que tem só em vencimentos mais de 10 mil reais por mês, telefonista com custo alto, mas de 4 mil reais/mês, dentre outros servidores que consomem grande parcela do dinheiro repassado pela prefeitura.
Devido a mais essa recomendação do TCE/SP, o próximo presidente terá a dura missão de manter os assessores e tentar se justificar junto ao TCE, ou extinguir a função, como recomenda o tribunal.













