Na madrugada do dia 08 de fevereiro de 2017, durante patrulhamento ostensivo no combate a ilícitos penais, a equipe do Tático Ostensivo Rodoviário-TOR - da Polícia Militar Rodoviária abordou no pátio de um posto de combustíveis no km 247 da SP-280, Rodovia Presidente Castello Branco o conjunto de veículos (Bitren) que efetuava manutenção (cavalo trator).
Durante a abordagem foi possível notar certo desconforto do condutor com a presença policial e, ao serem solicitados os documentos de porte obrigatório, T. A. M. F. B. apresentou os CRLVs (documentos do veículo) e sua CNH.
Os PMs do TOR notaram alguns detalhes nos CRLVs com indícios de serem documentos adulterados, e, durante vistoria, a equipe verificou indícios de adulterações também nos agregados dos veículos, etiquetas de identificação, etc. Porém não foi possível identificar qual o verdadeiro emplacamento do veículo que possivelmente seria roubado.
Ainda durante a busca veicular, foram localizadas no interior de uma mochila quatro placas, duas iguais (cavalo-trator), uma e outra de semirreboques, sendo que as placas condiziam com os mesmos modelos dos veículos ali abordados.
Inseguro, o condutor acabou confessando que transportava cigarros oriundos do Paraguai e estava de retorno ao Paraná, quando o veículo teve problemas mecânicos e houve a necessidade de parar para manutenção, no entanto não deu maiores detalhes.
Foi dada voz de prisão em flagrante ao condutor do veículo por Uso de documento falso e por adulteração de elemento identificador de veículo
O motorista foi encaminhado ao DP de Avaré onde foi ouvido, qualificado e liberado.
Veículos

Os veículos, placas e documentos (CRLv’s) foram todos apreendidos pelo DP e ficaram à disposição da perícia técnica do Instituto de Criminalística.
Os policiais militares do TOR ainda fizeram contatos com os proprietários dos veículos que tiveram as placas clonadas, as que o veículo abordado ostentava, bem como com o proprietário dos veículos, cujas placas clonadas foram localizadas no interior do caminhão, sendo que esses proprietários (Um de Santa Catarina e outro do R.G do Sul) não reconheceram o homem abordado pelo TOR como motorista de suas empresas.













