A Escola Municipal Prof.ª Elizabeth de Jesus Freitas foi palco de uma tarde de autógrafos do livro “Combate ao Bullying:
Eu Preciso Desenhar?”.
A obra foi construída coletivamente pelos estudantes. Os alunos dos 4º e 5º anos produziram textos abordando temas como respeito, empatia, amizade, combate ao preconceito e valorização das diferenças.
Posteriormente, alunos dos 1º ao 3º anos ilustraram as histórias, transformando palavras em imagens carregadas de sensibilidade e significado.
A iniciativa tem apoio do prefeito Roberto Araujo. O evento marcou o encerramento de um projeto pedagógico construído por professores, estudantes, gestores e toda a comunidade escolar.
Os jovens autores e ilustradores receberam familiares, educadores e convidados durante a tarde de autógrafos.
Trabalho coletivo
A professora Maria Cláudia Contrucci Dantas Sousa atuou na coordenação dos desenhos feitos pelos alunos, enquanto o psicólogo Joseval de Almeida Oliveira contribuiu com ações educativas e reflexões sobre o tema.
A diretora Ana Paula da Silva destacou que o livro representa muito mais do que uma produção literária.
“A obra reúne ideias, sentimentos e aprendizados construídos coletivamente, com o propósito de conscientizar sobre o bullying, promover o respeito às diferenças e despertar nas crianças o gosto pela leitura e pela escrita, demonstrando o poder transformador das palavras”, destaca a gestora.
Pacto entre escolas
Um dos momentos mais marcantes do evento foi a celebração simbólica de um “Pacto entre Escolas”, reunindo representantes de diversas unidades da Rede Municipal de Ensino em torno do compromisso coletivo de enfrentamento ao bullying.
Diretoras e representantes das escolas municipais receberam exemplares da obra, simbolizando a união da rede em favor da cultura de paz, do respeito às diferenças e da convivência saudável entre os estudantes.
Cerimônia
A cerimônia contou com a presença do secretário Municipal da Educação, César Augusto de Oliveira, supervisores de ensino, profissionais do Centro Pedagógico e Administrativo da Educação Especial (CPAEE), gestores escolares, professores, familiares e diretores de diversas unidades escolares do município.
Todos testemunharam a importância de valorizar o protagonismo estudantil e reconhecer o potencial transformador da escola.
“O trabalho representa não apenas a voz das crianças, mas também o compromisso de toda a comunidade escolar com a construção de uma cultura de paz, respeito e valorização das diferenças”, destacou o secretário César.













